ABEEólica participa do Fórum Nacional Eólico

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Foto: Divulgação

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A ABEEólica (Associação Brasileira de Energia Eólica) está participando,  hoje e amanhã (13 e 14/11), do Fórum Nacional Eólico – Carta dos Ventos.

Trata-se de um importante evento do setor eólico brasileiro. Um destaque muito relevante desse encontro é que será lançado hoje, a partir das 14h, o novo Atlas Eólico do Estado da Bahia.

 O novo atlas foi viabilizado por meio de uma parceria do Governo do Estado da Bahia e o SENAI CIMATEC (Centro Integrado de Manufatura e Tecnologia). Nessa parceria o CIMATEC firmou um acordo de cooperação com a Camargo Schubert, responsável pelo primeiro atlas do Estado, divulgado em 2001.

Esse atlas apresenta uma série de inovações e o que há de mais moderno em mapeamento e caracterização de ventos, novos modelos de relevo, clima, entre outros aspectos. Ele foi concebido com o objetivo de absorver as tecnologias existentes atualmente e que surgirão em um curto espaço de tempo, de 5 a 10 anos.

Uma das principais premissas era que esse novo atlas fosse concebida tendo como base a utilização de altura compatível com a tecnologia atual, de 80 a 120 metros, bem como uma tecnologia futura que irá aparecer em um curto horizonte de tempo, por exemplo, a altura de 150 metros.

O atlas foi concebido com base em dados reais. 14 empresas cederam suas informações de medição, sob acordo de confidencialidade. Isso permitiu que o documento fosse criado com base de 182 torres de medição. Em 2001 foram utilizadas 25 torres.

 O novo atlas posicionará a Bahia destacada no setor eólico brasileiro. Isso significa que o Estado da Bahia está vislumbrando novas fronteiras eólicas e está trabalhando fortemente na viabilização desse potencial eólico. O programa de energia eólica na Bahia tem apenas 4 anos e já levou o Estado à liderança na contratação dos projetos em 2013, com 40% do volume total.

Há dois anos, a Bahia lidera o cadastramento e habilitação dos projetos eólico em leilões.

No aspecto da cadeia produtiva, o Estado possui seis fábricas em operação. Três são fabricantes (Alstom, Gamesa e Acciona) e três atuam no fornecimento de torres, componentes em fibra e conformação mecânica. Ainda há 4 empresas em fase de implementação.

Em relação a cadeia produtiva tem 6 fábricas em operação, Alstom, GAmesa e Acciona. Dos 6 fabricantes que tem o registro do BNDES metade estão na Bahia. Alem deles temos 3 fabricantes da cadeia fornecendo torre, componentes em fibra e conformação mecânica.

Outro número relevante: o Estado da Bahia possui 10 bilhões em investimentos no setor de energia eólica.

Um aspecto social: o governo tem uma estimativa de que 100.000 seja beneficiadas direta ou indiretamente pela energia eólica no Estado.

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