Com mais de duas décadas de atuação no setor de energia, Marcio Sant’Anna construiu uma trajetória associada à consolidação e à evolução do Mercado Livre de Energia no Brasil. Fundador e Co-CEO da Ecom Energia, ao lado de seu sócio Paulo Toledo, acompanhou as principais transformações regulatórias, comerciais e estratégicas que ampliaram o acesso de consumidores ao ambiente de contratação livre.
A fundação da Ecom marcou o início de um projeto voltado à profissionalização da comercialização de energia em um mercado ainda incipiente. Em 2005, a empresa avançou com crescimento orgânico: “Mais do que crescer, o foco foi crescer com sustentabilidade, preparando a organização para um novo ciclo do setor elétrico brasileiro.”, afirma Sant’Anna. Esse movimento permitiu à companhia se posicionar como uma das principais comercializadoras independentes do país.
Nos últimos anos, a atuação de Sant’Anna teve foco na ampliação da carteira de clientes varejistas, recorrência dos contratos e fidelização de clientes. Segundo ele, “Isso demonstra que o mercado reconhece valor não apenas no preço da energia, mas na qualidade da gestão, na previsibilidade, na transparência e na capacidade de traduzir complexidade regulatória em soluções simples”.
A estratégia da Ecom também incluiu a expansão para o Chile, o início da geração própria e iniciativas de transição energética, como projetos em armazenamento de energia e descarbonização. Marcio revela: “Sempre entendemos que competitividade não está apenas em margem, mas em inteligência, agilidade e confiança”.
“A liderança precisa assumir um papel de tradutora de futuro”. Para o executivo, em um cenário de descentralização da geração, digitalização e maior sofisticação dos consumidores, o gestor assume o papel de antecipar movimentos e reduzir incertezas.
Por fim, Marcio Sant’Anna projeta: “Gostaria de contribuir para um setor mais maduro, transparente e orientado ao cliente. Um setor onde energia não seja apenas uma commodity, mas um instrumento de competitividade, desenvolvimento econômico e transição sustentável”.















