Faber-Castell economiza energia e se adapta à norma de iluminação

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Em uma fábrica, a iluminação precisa seguir normas técnicas, que orientam o nível de claridade de cada ambiente, visando não só o conforto visual necessário para os trabalhadores executarem corretamente suas tarefas, mas também para garantir a segurança operacional. É lógico que acidentes muitas vezes ocorrem, mesmo com todos os cuidados, mas a empresa precisa se prevenir e evitar até mesmo multas em alguma visita de fiscais do Ministério do Trabalho.

Ocorre que, com as luminárias mais antigas, com lâmpadas fluorescentes ou de vapor de mercúrio, os projetos de iluminação em um ambiente fabril, com galpões com grande área útil e que demandam muitos pontos de luz, essa tarefa de se manter dentro das normas – no caso do Brasil a ABNT NBR ISO 8995 – não é fácil.

Por conta da baixa durabilidade dessas lâmpadas, que precisam de reatores com vida útil muitas vezes curta, há sempre a necessidade de trocas. Além disso, a tecnologia convencional fluorescente também tem perda acentuada do fluxo luminoso ao longo da vida útil. Isso significa que, mesmo a empresa tendo originalmente feito um projeto correto, seguindo todas as exigências da norma ABNT, com o tempo, muitas vezes sem saber, a iluminação fica fora dos padrões. Há aí então primeiro o risco de causar algum acidente por falta de iluminação, e segundo, de a empresa ser autuada em uma fiscalização.