sábado, Maio 25, 2019
Notícias Economia Plano de operação do sistema elétrico para os Jogos Olímpicos entra na...

Plano de operação do sistema elétrico para os Jogos Olímpicos entra na pauta da Aneel

121

O plano de operação do sistema elétrico para os Jogos Olímpicos Rio 2016, elaborado pelo Operador Nacional do Sistema Elétrico para a cidade sede e também para as cidades onde ocorrerão as partidas de futebol, deverá ser aprovado pela Agência Nacional de Energia Elétrica na reunião da diretoria que acontece nesta terça-feira, 12 de julho. O plano indica as ações e medidas a serem adotadas pelo ONS e agentes do setor com a finalidade de ampliar a segurança elétrica nas cidades dos eventos e, em especial, nos corredores que atenderão os estádios de futebol.

De acordo com o relator do processo, o diretor José Jurhosa, as ações preveem uma série de medidas a serem tomadas pelas empresas de geração, transmissão e distribuição nas instalações envolvidas com o atendimento aos locais dos jogos. Além do Rio de Janeiro, que será a sede das Olimpíadas, haverá partidas de futebol nas cidades de Belo Horizonte, Brasília, Manaus, Salvador e São Paulo. O evento ocorrerá no período de 5 a 21 de agosto e as empresas de GTD deverão preparar esquemas de prontidão e sobreaviso adequadamente dimensionadas para fazer frente à ocorrências de grande porte.

“O restabelecimento do suprimento de energia aos locais dos Jogos Olímpicos 2016 deverá ser prioritário e também considerar a rede de distribuição como parte integrante do tronco de recomposição, cuja fase fluente será iniciada em uma usina de autorrestabelecimento, passando pela energização de linhas de transmissão até o atendimento das cargas consideradas prioritárias”, apontou o diretor em relatório.

Ainda com relação ao Jogos, nesta segunda-feira, 11 de julho, foi sorteado o diretor Reive Barros para relatar sobre a liberação de recursos para a Light implementar seu plano de operação para os jogos, visto que eles ocorrerão em sua área de concessão. A empresa pediu quase R$ 29 milhões para realizar os planos de manutenção, operação, TI e segurança cibernética, geração e segurança empresarial. Os recursos serão enviados à Conta de Desenvolvimento Energético e precisam de autorização da Aneel para repasse à Light. O tema deverá ser deliberado pela diretoria em breve.