Relatório da KPMG aponta a necessidade de acelerar o ritmo de inovação em energia sustentável

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A necessidade de uma abordagem sistêmica para a inovação e o estabelecimento de medidas globais que podem reforçar o uso de tecnologias em energia sustentável. Essas informações constam no relatório “Como acelerar o ritmo de inovação em energia sustentável” (do original em inglês, Accelerating Sustainable Energy Innovation) feito pela KPMG em parceria com o Fórum Econômico Mundial. A publicação também propõe uma série de ideias para estimular a discussão sobre mudanças futuras necessárias para a inovação em energia sustentável.

No documento, foram identificadas medidas que a comunidade global pode tomar para acelerar o ritmo de inovação em energia sustentável. Entre elas, estão o uso de uma abordagem institucional com relação à inovação energética para conectar melhor grupos de especialistas e estreitar as lacunas que impedem a conversão mais rápida da pesquisa básica em projetos viáveis; proporcionar melhor suporte às áreas de inovação intensivas em termos de capital e incentivar a colaboração, agrupando o investimento em pesquisa e desenvolvimento de países, empresas e filantropos.

Além dessas, foram apresentadas as seguintes propostas: desenvolvimento de instrumentos de coinvestimento de subsídios públicos de pesquisa e desenvolvimento para melhor direcionar os recebedores de subsídios, reduzir os requisitos de administração dos pedidos, criar colaborações entre fontes de capital públicas e privadas e permitir um melhor momento de disponibilidade de subsídios; coprojetar roteiros de tecnologia em todo o setor público e privado, em âmbito internacional, para melhorar a credibilidade, acelerar a comercialização e acabar com os “vales da morte” técnicos e financeiros que assolam a inovação.