Retomada do setor sucroenergético impulsiona economia, diz Alckmin

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O governador do Estado de São Paulo, Geraldo Alckmin, ressaltou a importância da retomada do crescimento do setor sucroenergético para impulsionar a economia durante a abertura da 24ª Fenasucro & Agrocana, na terça-feira (23), em Sertãozinho (SP).

De acordo com ele, o setor é um dos responsáveis pelo desenvolvimento econômico, gerando R$ 45 bilhões e respondendo por 12% do volume de exportação do estado de São Paulo e por dois terços da produção de etanol nacional. “Esse é um ano positivo para o setor sucroenergético, que é responsável por cerca de 1,1 milhão de empregos diretos, que possui uma função estratégica na área ambiental por meio da produção de energia limpa e renovável”, disse.

O governador também reafirmou a importância de medidas de estabilidade para estimular o investimento e o crescimento por parte de toda a cadeia produtiva do setor sucroenergético. “Estou aqui para reiterar o compromisso com o setor, que precisa de regras claras e estáveis para investir com tranquilidade e trazer bons resultados. Esse é o setor do emprego, da força econômica e do meio ambiente”, afirmou.

Fernando Fischer, presidente da Reed Exhibitions Alcantara Machado, organizadora da feira, também ressaltou a importância do setor e a expectativa de crescimento neste ano. “O setor sucroenergético é um exemplo de resiliência e empreendedorismo. Esse período de retomada do crescimento demonstra a capacidade do setor se reinventar e dar o exemplo para outras áreas da economia”, disse Fischer.

De acordo com o presidente do CEISE Br (Centro Nacional das Indústrias do Setor Sucroenergético e Biocombustíveis), Paulo Gallo, a expectativa de crescimento em razão da valorização do açúcar e do etanol trouxe otimismo ao setor. “Esse é o ano da virada após um período sofrido. A partir de 2016 o setor estará em alta”, disse.

A presidente da Unica (União da Indústria de Cana-de-Açúcar), Elizabeth Farina, afirmou que a feira representa uma ação coletiva positiva promovendo um ciclo virtuoso. “A negociação dos bens de capital sinaliza a vontade e a confiança dos empresários, que se sentem seguros em razão da estabilidade das regras no Estado de São Paulo”, afirmou Elizabeth.