100 Mais Influentes da Energia da Década: Márcio Félix, um líder que deseja deixar um legado com sua trajetória

CEO da EnP (Energy Plataform) fala sobre estar entre os “100 Mais Influentes da Energia da Década”, carreira e futuros projetos

O presidente do Grupo Mídia, Edmilson Júnior Caparelli, entrevistou o CEO da EnP (Energy Plataform), Márcio Félix, para a série “100 Mais Influentes da Energia da Década”. Félix possui um extenso currículo e passagens importantes pela Petrobras, Ministério de Minas e Energia e Instituto Brasileiro de Petróleo, Gás (IBP).

Atualmente, além de estar à frente da EnP, o executivo também é CEO da Onip (Organização Nacional da Indústria do Petróleo). É também Presidente Dos Conselhos De Administração da Pré-Sal Petróleo e do ES Gás, distribuidora de gás natural do Espírito Santo.

Ele explica que, por tudo que realizou, acredita que foi uma década muito intensa e que se dedicou quase que integralmente ao setor de energia do país. Ressalta, ainda, que tudo é uma construção coletiva e ele apenas está representando muitas pessoas do setor.

O CEO diz se sentir honrado por fazer parte do grupo “100 Mais Influentes da Energia da Década”, mas que isso representa uma grande responsabilidade para ele. Ele explica que não conseguiu chegar neste lugar sozinho, todas as equipes onde trabalhou o ajudaram a chegar neste prêmio.

“É uma honra e uma responsabilidade muito grande, porque são muitas pessoas, o Brasil tem muita gente e muita coisa acontecendo. E nesse período as energias renováveis cresceram muito, notadamente a eólica e a solar, os biocombustíveis que têm um papel bastante importante, o setor nuclear, geração hidrelétrica e termoelétrica. Enfim, o setor energético tem um espectro muito amplo, e é fundamental para qualquer economia no mundo e o Brasil tem uma pujança e diversidade”, disse sobre ganhar o prêmio.

Ele acredita que o mercado de energia será muito diferente nos próximos dez anos do que é hoje. Félix prevê muitas transformações, como o aumento da diversidade de soluções energéticas no mundo. “É isso que vamos viver, e espero que novas lideranças também surjam para ajudar a fazer essa transição, o que é uma coisa bem importante também, novos talentos, novas pessoas, que possam ajudar a empreender essa transição energética que vai ser intensa”, explicou o executivo.

Confira a entrevista completa:

 

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