Frederico Boschin fala sobre autoprodução de energia no Energy Day

Diretor da Noale Energia também disse sobre GD no evento da Full Energy

A autoprodução de energia vem se tornando uma alternativa cada vez mais explorada pelas empresas do setor elétrico. Além da redução de custos, a medida também possibilita a diminuição de carbono, cooperando assim para o atingimento de metas de crescimento sustentável. No geral, a Geração Distribuída é o principal caminho para as companhias gerar a energia que consomem a partir de fontes renováveis, como a fonte solar, eólica, biomassa, dentre outras.

A energia fotovoltaica, por exemplo, apresenta uma forte tendência de crescimento no Brasil nos próximos anos, com a projeção de 325.89MW estimadas para 2031, um aumento de quase 9 mil megawatts em comparação com a produção de energia estimada em 2021.

Em evento realizado pela Full Energy, o Energy Day Frederico Boschin, diretor executivo da Noale Energia e membro da ABGD (Associação Brasileira de Geração Distribuída), explica esse crescimento: “Os números da energia fotovoltaica chamam bastante a atenção, em comparação com o que temos hoje e a escalada que nós vamos ter até 2031. Também teremos um crescimento da energia eólica que seguiu um ritmo bem consistente nos últimos 10 anos”.

Outro ponto relevante na autoprodução de energias renováveis é a MMGD (Micro e Minigeração Distribuída), caracterizado pela geração de energia por meio de pequenas centrais elétricas. O sistema integra o conceito de geração distribuída a partir da produção de energia por uma rede local.

Levantamento apurado realizado pela EPE – Empresa de Pesquisa Energética mostra a evolução da capacidade instalada dessas fontes no Brasil, com a geração de 37.218MW traçados para 2031 e uma parcela de 17% da produção total de energia de todo o país no período estimado.

“Há de se considerar uma redução bastante grande da participação das grandes usinas hidrelétricas na produção energética devido a indisponibilidade da influência de rios, consequentemente dificultando a operação de barramentos. Todo esse movimento favorece o foco na regulação da MMGD e na autoprodução de energia especialmente para o mercado solar-fotovoltaico”, afirma Boschin.

Assista a palestra completa do Energy Day abaixo:

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