Executivo assumirá o comando da operação brasileira em agosto, enquanto Shell avança em projetos estratégicos e amplia produção no país.
A Shell Brasil anunciou uma mudança em sua liderança no país. João Santos Rosa assumirá a presidência da companhia a partir de 1º de agosto.
O executivo substituirá Cristiano Pinto da Costa, que deixará a empresa após quase 30 anos de atuação, sendo quatro deles à frente da operação brasileira.
Atualmente, João Santos Rosa ocupa a presidência da Shell na Itália. Além disso, ele também assumirá o cargo de vice-presidente executivo para o Brasil na estrutura global de upstream da companhia.
Ao longo da carreira, o executivo acumulou experiências em países como Reino Unido, Austrália, Holanda e Estados Unidos. Sua atuação inclui áreas como upstream, trading, estratégia e desenvolvimento de negócios.
Shell inicia transição na liderança brasileira
Segundo a companhia, o processo formal de transição entre os executivos já foi iniciado e deverá ser concluído em agosto.
Até lá, Cristiano Pinto da Costa continuará responsável pelas operações da empresa no Brasil.
Durante sua gestão, a Shell ampliou a produção no país em aproximadamente 25%. Em março de 2026, a companhia ultrapassou a marca de 500 mil barris diários.
Além disso, a empresa avançou em projetos considerados estratégicos para a operação brasileira.
Entre os destaques está a decisão final de investimento do projeto Orca, cuja previsão do primeiro óleo está programada para 2029.
Shell amplia investimentos e operações no Brasil
A companhia também expandiu sua carteira de ativos de exploração e produção no país. O número de contratos passou de cerca de 30 para mais de 70 operações.
As atividades incluem áreas localizadas nas regiões sul de Santos e Pelotas.
Na frente de pesquisa e desenvolvimento, a Shell informou investir aproximadamente US$ 120 milhões anuais em projetos ligados à cláusula de pesquisa regulada pela ANP.
Além disso, a empresa destacou crescimento nos investimentos sociais e em iniciativas de patrocínio durante os últimos anos.
A mudança na liderança ocorre em um momento de expansão das operações da Shell no Brasil e de fortalecimento dos investimentos no setor de óleo e gás.















